quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

"Treinador de Andebol, dançando comigo!"


Na escola, eu adorava jogar Andebol, cheguei até a jogar numa equipa, tinha eu acabado de fazer 19 anos, tínhamos um grupo muito unido, um treinador fantástico, o Sr. Carlos, que tinha largos anos de experiencia, ensinou-nos muito acerca de Andebol e não só, era muito respeitado por nós e pelos nossos pais, gostávamos muito dele.
Quando eu ou outra jogadora não tínhamos como ir para o treino o Sr. Carlos vínhamos buscar a casa, uma dessas vezes eu estava mesmo atrasada e pedi-lhe para entrar, ele aguardou um pouco na sala, fui-me preparar e lá fomos para o treino, não deixei de reparar no seu ar de atrapalhado quando lhe abri a porta, eu estava de top sem soutien, ele não conseguiu evitar de olhar e ficou como que, meio perdido, não liguei aquilo, mas o que é certo é que a partir desse momento ele olhava para mim de uma forma diferente, olhava-me toda com ar diferente mas ao mesmo tempo disfarçava e tudo ficava normal.
Ele tinha cerca de 40 anos, não havia na minha cabeça nada que nos aproximasse, nada mesmo, no entanto, a forma como me olhava não me deixava indiferente, fazia bem ao ego.
No último jogo ganhamos mesmo nos instantes finais, a festa foi enorme, no balneário, festejamos efusivamente, o Sr. Carlos estava feliz, abraçou-nos a todas, quando chegou a minha vez, quase saltei para cima dele, deu-me um abraço muito apertado, senti a sua mão a passar no meu traseiro de uma forma que não achei casual, mas, ele era respeitado por todos, estávamos a festejar e alem disso, eu ate estava a gostar daquele possível desejo escondido dele.
Na manha seguinte o Sr. Carlos vinha-me buscar a casa, íamos ter o treino de despedida pois ele ia embora, dar aulas para longe. Acordei a pensar no olhar dele, nos gestos dele, para a forma de me tratar e queria ter a certeza que não era imaginação da minha cabeça. Pedi-lhe para subir um pouco pois estava atrasada, pus um top ainda mais curto e pronunciado, olhei-me ao espelho, notavam-se todos os movimentos das mamocas livres mas a irreverência da minha juventude fez-me não recuar, abri a porta e ele não conseguiu evitar, olhou-me de uma forma incrível de desejo, fomos para a sala e falamos um pouco do jogo, do campeonato, mas ele não estava bem, a vontade, não me olhava nos olhos, fui baixar um pouco a musica e vi-o a passar a mão entre as pernas, estava de fato de treino e vi que estava excitado, naquela altura fiquei eu também sem saber como me comportar, era o meu professor, o meu treinador, mas tentei agir normalmente. – Desculpe o atraso Sr. Carlos, estive a ouvir e a dançar kizomba e deixei passar as horas. Ele sorriu sem dizer nada, fez apenas um pequeno sinal com a mão do tipo – Não te preocupes. Não sei o que me passou pela cabeça mas voltei, aumentei o volume novamente e convidei o Sr. Carlos para uma dança, - Vamos la Sr. Carlos, dá tempo para uma ultima dança ? É que eu adoro esta musica. Ele recusou, disse que não sabia dançar, que isso era para os jovens, insistiu que não queria mas eu, pedi-lhe delicadamente, era o meu ultimo pedido, afinal, era o último dia dele connosco.
Ele sorriu e com ar de medo, la veio, não sabia dançar muito bem, estava muito direito, evitava o contacto, mas até dava um jeito, fartamo-nos de rir, dei-lhe umas dicas, la ganhou alguma confiança e senti a mão dele mais firme nas minhas costas, no final da musica puxou-me um pouco para ele e ao de leve senti algo nas calças dele a roçar em mim, mas não tinha a certeza, ou não queria ter.
A música que veio a seguir puxava mais ao contacto, ele colou o meu peito ao dele e passou a comandar, fiquei um pouco nervosa, as minhas pernas tremiam, estávamos agora colados e senti um calor a subir-me, agora não tinha duvidas, ele roçava em mim, todo excitado e eu deixei-me levar, a minha mão desaparecia dentro da mão dele, a outra mão, cada vez mais descida no fundo das costas segurava-me bem perto, eu não podia sair dali, nem sabia se queria.
Agora já não havia sorrisos, nem palavras, nem olhares, a minha face encostada na dele, colados, o clima estava delicioso, a musica lentamente foi parando e não havia outra, esperei que me largasse, não aconteceu, os movimentos continuaram, roçava o meu peito no dele e lá em baixo, sentia-o enorme contra mim, senti um tímido suave beijo junto a orelha e uma sensação estranha percorreu-me o corpo todo, o beijo dele estava na minha face, de olhos fechados virei um pouco, senti-o no canto da minha boca, por instinto, por desejo sei la, fui abraçada por aqueles lábios quentes, as nossas línguas tocaram-se, beijamo-nos com paixão, com ardor, abracei-o com força, a mão forte dele percorria as minhas costas, o meu rabo e me puxava contra ele firmemente. A língua quente dele inundava-me, nunca tinha sido beijada com tanta paixão, com tanto desejo, as duas mãos dele entraram nas minhas calças largas de treino, sentia-o excitadíssimo, uma mão segurou-me o pescoço e senti aquela língua quente a beijar-me cada pedacinho do pescoço. Passei a minha mão por cima da roupa por entre as pernas dele e senti-o enorme, uma pedra, senti-me mulher, senti-me desejada, num movimento tirei o top, soltei as minhas mamocas excitadas, os olhos dele pareciam explodir, logo veio beija-las com paixão, a língua quente nos meus bicos fazia-me estremecer as pernas, quase caí no chão, beijou-me toda, pegou em mim, deitou-me no sofá, fechei os olhos e senti-o beijar-me o pescoço, beijar-me o peito, beijar-me e chupar-me os bicos. Levantou-se um pouco e tirou a camisola, um peito musculado, bem feito, o meu primeiro homem a serio, tirou as calças e ficou com os boxers que pareciam querer explodir com o que lá escondiam, deitou-se sobre mim e beijou-me na boca com paixão, a minha mão entrou nos boxers e senti um rabo duro, bom, foi descendo o meu peito beijando-me toda, chegou ás minhas coxas e tirou-me delicadamente as cuequinhas, quando senti aquela língua quente e molhada a roçar o meu clítoris delirei de prazer, delirei de prazer mesmo, ele sabia como me tocar, como me beijar, senti a língua na minha entradinha, senti-me aberta ao prazer puro, chupou-me o clítoris, gemi como nunca ate explodir num orgasmo intenso, eu tremia toda, continuou a chupar-me delicadamente e não sabia mais o que pensar, pegou-me ao colo e levou-me para o meu quarto, deitou-me na cama e logo fui por cima dele beijar-lhe aquele peito musculado, bem feito, fui descendo desejosa de tocar finalmente nele, tirei-lhe os boxers e quase me assustei, era lindo, enorme, aquela cabeça rosada enorme só para mim, peguei-o delicadamente pela base, massajei um pouco, olhei-o com desejo, olhei o Carlos bem nos olhos e fiz lentamente toda aquela cabeça entrar na minha boca molhada, roçar os meus lábios molhados, ele gemia de prazer, eu deliciei-me, chupei-o com paixão, chupei-o todo desde a base ate aquela cabeça pronta a explodir para mim, mas não era só na boca que o queria sentir, deitei-me de costas, com o olhar convidei-o a vir a mim, a boca na minha boca, a língua na minha língua, todo aquele peito contra o meu, o pau roçava nos meus lábios vaginais molhados, o meu desejo era ardente. – Quero-te Soraia, quero-te tanto! Eu: – Possui-me, quero-te em mim, agora. Abracei-o e a língua dele apertou a minha quando o seu pau entrou em mim, lentamente entrou, entrou, entrou, o nosso desejo era demais e senti-o fortemente, tudo entrava em mim, deitada, toda dele, levantou-se um pouco, com as duas mãos segurou-me firme a cintura e fez-me subir todas as estrelas com estocadas fortes, um calor foi-me invadindo mais e mais. Quase em lágrimas pedi-lhe: - Não pares, não pares por favor!! Sentia todo o corpo estremecer e fui até berrar num orgasmo louco com todo ele dentro de mim, - Eu sonhei, és minha, és minha!! era mesmo, totalmente dele, delicadamente chupou o meu liquido, meteu a língua em mim, chupou-me o clítoris louco de tesão, sentia espasmos de prazer, virou-me ao contrario, veio por trás de mim, deu-me uma palmada no rabo, - Desejei-te todas as noites, todas, és tão boa Soraia!! Nova palmada no rabo, senti a mão enorme dele percorrer-me as costas, segurou-me o pescoço, pos-me ligeiramente de lado, apertou ao de leve os meus mamilos excitados, senti o pau dele na entradinha da minha xaninha molhada, metia-me só a cabeça. - Gostas assim? – Adoro, é tão bom!! Era uma sensação que nunca tinha sentido, logo depois envolveu o meu pescoço com o seu forte braço, a outra mão abriu mais um pouco a minha perna, eu ia para ele, para te-lo todo mas ele só deixava a cabecinha entrar. – Queres mais? Queres mais linda? Recordo-me perfeitamente da resposta: - Quero-te todo, da-me tudo o que tens, da-me por favor. Ainda não tinha acabado de o dizer e senti toda a pressão dele em cima de mim, senti todo ele a entrar dentro de mim com vontade, todo dentro de mim em investidas certas e fortes, eu estava imóvel, todo ele em cima de mim, possuída com paixão, com alma, beijou-me o pescoço, trincou-me a orelha que me põe louca. – Queres tudo? Queres tudo minha linda? Deu-me agora mais forte e mais e mais, eu estava doida, sentia tudo em mim, a loucura dele levou-me a gritar de prazer novamente, abraçou-me pelo pescoço com força e senti todo o orgasmo dele em mim, tão quente, tão intenso, tão bom !!!
Virou-me contra o seu peito, o meu corpo saltava, a minha respiração ofegava, corpos suados num suave e sentido beijo: - Leva-me contigo !!!

"Brincando com o menino"

A minha história é verídica, passou-se há cerca de 3 anos, no Porto, apenas mudo os nomes, conto-a porque a recordo até hoje . . . . ao mais ínfimo pormenor.

Recebi em casa uma amiga de há longa data que aproveitou o fim de semana prolongado para vir até ao Porto descansar, trouxe o filho, o Miguel, lembro-me dele um miúdo e já está um homem, quase não o reconhecia, mas mantinha aquele ar inocente e tímido, nisso não mudou nada.
Fomos a uma esplanada junto á praia, falamos imenso as duas, do Miguel, quase nem se dava por ele, calado, evitava o contacto visual, mas não passou despercebido a forma como me olhava disfarçadamente, passou a tarde a olhar para o meu decote, evitei olha-lo para não o intimidar, no fundo, eu estava a gostar de ser observada, era apenas uma brincadeira, mas era giro, não evitei de abrir um pouco o decote, de cruzar a perna, até porque, adoro estes joguinhos de sedução.
A timidez dele agradava-me, já em casa, não evitei deixar cair algo para ele ser simpático, não evitei debruçar-me sobre a mesa com o decote todo para ele, não evitei as risadas nem o contacto fisico e não descansava enquanto não o provocasse mais, jantamos e a Andreia foi visitar outra amiga nossa que não via há imenso tempo, o Miguel estava indeciso se ia com ela ou não, -não vás Miguel, fica comigo e vemos um filme, tou farta de tar sozinha. Ele sorriu e ficou.
Enquanto fui ao duche pedi-lhe se me instalava um programa no pc, no meu quarto, ele foi de imediato, um duche rápido e entro no meu quarto com uma cueca e toalha de banho e ainda a limpar-me, quando me viu não conseguiu evitar, os olhos dele foram para os meus bicos ainda molhados, ficou atrapalhado, não dizia coisa com coisa, pedi-lhe desculpa, não me lembrava que ele estava ali, mas agi com naturalidade, pus uma t shirt. Enquanto me explicava o que fez no pc, eu “inocentemente” encostei o meu peito no braço dele e rocei um pouco, o rapaz estava a explodir, e eu, estava a adorar aquilo.
O Miguel foi-se trocar, vi-o a passar para a sala, com um pijama de verão, tipo calção, bem, o rapaz cresceu mesmo !!!! Eu tinha que estar á altura para ver até onde ia a sua timidez, não queria nada com ele, mas o jogo, eu adorava.
Vesti um robe de seda, bem curtinho e decotado, sem soutien e com umas cuecas pretas, rendadas, sentia-me poderosa, sentia-me sexy . . . .
Ele estava no sofá pequeno, eu deitei-me no grande, de forma que ele me pudesse ver, eu sentia o olhar dele, levantei a perna, deixei abrir um pouco o peito, joguinho excitante, mas não me bastava, quis forçar um pouco mais. O filme ia agora começar, sentei-me e insisti para ele vir para o meu sofá pois via muito melhor o filme dali, agora reparei melhor nas pernas dele . . . e no peito, cresceu mesmo, está um homem.
Sentou-se a meu lado, eu, dobrei as pernas no sofá e virei-me para ele, senti o robe ligeiramente aberto, fiz-me despercebida, ele não sabia para onde olhar, estava todo atrapalhado, eu sorri, apalpei-lhe os peitorais, -Olha para ti, quando te conheci eras um miúdo de 10 anos e agora é o que se vê, não te devem faltar miúdas Miguel, tu namoras? Logo respondeu que não, não resisti, pus a minha mão na perna dele, ficou estático, -Já estiveste com uma mulher? Ele corou, não respondeu, apenas esboçou um sorriso, -Relaxa Miguel, estamos só a conversar, não precisas de responder, desculpa. Sorri, encostei-me mais a ele, voltei aos peitorais –Não posso crer, quem diria que aquele miúdo esquelético se ia tornar neste homem . . . A minha mão foi descendo a barriga dele, parei na perna, deu para levemente sentir o pau dele bem excitado, ao mesmo tempo, com o meu movimento o robe abriu-se, olhei a televisão, ele fitava o meu peito de uma forma obcecada, naquele preciso momento eu tinha que parar, eu tinha que continuar a controlar mas o meu desejo puxava-me, o rapaz estava-me a deixar doida sem sequer me tocar, ou por isso mesmo. A minha mão voltou a subir um pouco, toquei no pau dele por cima do pijama, a respiração dele parou, parou mesmo, desta vez parei ali mesmo, levemente apertei um pouco, estava uma pedra, eu estava a ficar doida com aquilo tudo, não resisti á tentação e meti a mão um pouco dentro do pijama, senti os pêlos, o pau estava ali mesmo, agarrei-o pela base, que coisa maravilhosa, estava uma pedra, por minha causa. Não o larguei mais, com a outra mão tirei o pijama de cima e ali estava ele, lindo, enorme, massajei-o suavemente, o robe meio aberto, ele admirada o meu peito, o olhar dele estava possuído de desejo, o rapaz estava doido. Quase me deitei no colo dele, tirei um braço do robe, o meu peito na perna dele, segurei novamente o pau, pus aquela cabeça linda toda cá fora, olhei-o bem nos olhos enquanto os meus lábios o abraçaram, lambi-o da base á cabeça, parece que ainda o sinto na minha boca, chupei-o com paixão, estava doida, perdida de desejo, ele ia explodir na minha boca, parei um pouco, levantei, com sensualidade deixei cair o que restava do robe, passei as mãos nos meus seios e entre as pernas, lentamente tirei as cuecas, aproximei-me, sentei-me em cima dele e dei-lhe as minhas mamas para a boca, ele agarrou-as e chupou-me os bicos de tal forma que perdi o já pouco controlo que tinha em mim, beijou-me os seios, a língua quente nos meus bicos excitados, um estado de loucura sem controlo, o pau dele roçava entre as minhas pernas, queria-o dentro de mim, beijava-me os seios com as mãos nas minhas costas, quando, sinto algo quente mesmo á entrada da minha vagina, quase parei, com as duas mãos seguro a face dele diante da minha, olhos nos olhos e lentamente sinto cada milímetro a entrar em mim, sinto-me inundada de prazer, venho acima, fecho os olhos e entra tudo em mim, abraço-o e estou nas estrelas, na mais perfeita dança entreguei-me como nunca. O Miguel agarrou-me forte na cintura, deitou-me no sofá, senti-o todo em mim com tanta vontade, eu gritei ali mesmo, ele deu-me tudo, agarrou-me com força, os olhos dele estavam possuídos, ele entrava em mim com estocadas fortes, gritei em orgasmos loucos, ele meteu tanto dentro de mim, ele veio-se com tanta vontade e meteu tudo em mim até á ultima gota, abrandou, deu ainda mais uma estocada, e mais outra ainda, ate ao limite das suas forças meteu tudo agora mais devagar. Corpos nus, suados, cheiro a paixão, ali ficamos algum tempo a recuperar as nossas forças e a tentar perceber como tudo aconteceu . . .
Toca a campainha, era a Andreia, minha amiga de sempre e Mãe do Miguel, apressadamente ele vai para o quarto, componho o robe e recebo-a normalmente.
Ainda ficamos um pouco na sala a conversar, mas, eu tinha que falar com o miúdo antes de dormir, esclarecer o que se passou.
A Andreia foi-se deitar mas como sempre o fazia, devia ainda ler um pouco antes de dormir pois a luz estava ligada, o quarto dela era mesmo ao lado do filho, deixei passar alguns minutos, silenciosamente lá entrei, ele estava sentado na cama, nu, puxou o lençol para cima das pernas, eu sentei-me ao lado dele, e pedi-lhe, assustadamente, com o coração a mil, que ninguém soubesse do que se passou, principalmente a mãe, ele concordou. Eu sorri de alívio, passei-lhe a mão carinhosamente pela face e levantei-me, ia-me a dirigir para a porta quando ele se levantou, todo nu, desta vez fui eu que paralisei, “ele” estava em pé, todo excitado, aproximou-se de mim, quando os lábios dele tocaram os meus as minhas pernas perderam as forças, eu tinha que sair dali, a mãe estava mesmo ao lado, mas não consegui, abriu o robe e abraçou-me apertadamente, beijamo-nos com paixão, acabamos junto á parede, os lábios dele no meu pescoço, desejo louco de prazer, virei-me de costas e rocei o meu rabo “nele”, segurou-me na cintura e possuiu-me ali mesmo, a forma como me segurava, como me possuía sem parar é indescritível, um orgasmo tão profundo inundou-me de tal forma que quase caía no chão, as minhas pernas tremeram, fiquei sem força. O Miguel segurou-me até á cama, deixei de controlar o que quer que fosse, era dele por completo, fechei os olhos, ele abriu-me bem as pernas, senti algo molhado e quente no meu clítoris, ele lambeu-me, ele chupou-me, pus uma almofada na cara, não conseguia evitar os gemidos, gozei e gozei e gozei. Senti-o a subir, a boca nos meus bicos, depois no meu pescoço, meteu-o á entrada da minha vagina e fez-me ir ás estrelas, que homem !!!
Estava arrasada, sem forças, louca de prazer, o instinto levou-me ao pau dele, segurei-o e beijei-o com paixão como nunca, senti a excitação dele, senti-o quase a vir-se para mim e não parei, chupei-o chupei-o sem parar, ele segurou-me a cabeça ate sentir um gemido, um espasmo, veio-se todo na minha boca, lambi-o todo até ao fim, prazer sem limites . . . . .


Ola, sou eu !!

Olá, eu sou a Soraia,  mulher do norte, viva e activa, que adora a vida !!
Neste espaço vou expor os meus contos, historias, aventuras, assim como algumas fantasias até agora secretas, espero que gostes !!!